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ICN - Parque Natural da Serra da Estrela

ICN - Parque Natural da Serra da Estrela

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A Estrela apresenta-se como um monolíto visivelmente destacado das terras mais baixas que a rodeiam. As suas vertentes caem abruptamente sobre a Cova da Beira e vale do Mondego.

O rio, no seu curso superior, divide-a em dois ramos: um domina a bacia de Celorico; o outro, morre no promontório em que assenta a Guarda. A ocidente, o granito passa a xisto, dando lugar aos cimos boleados do Açor. Por toda a parte são visíveis os vestígios da última glaciação: blocos erráticos, covões, moreias, lagoas e vales glaciários como os do Zêzere e do Alforfa.

O sopé da montanha, de influência mediterrânica, é objecto de intenso aproveitamento cultural; o andar intermédio, domínio do carvalho negral, possui manchas de castanho a par de giestais, urgueirais, piornais e sargaçais para além de povoamentos de pinheiro bravo e outras espécies exóticas; no andar superior surgem os zimbrais, cervunais e arrelevados, bem como comunidades vegetais rupícolas e lacustres.

A fauna da Estrela apresenta-se hoje depauperada; entre as espécies presentes deve citar-se a Lagartixa-de-montanha, no seu único habitat no continente português.

O povoamento humano é escasso; apenas Manteigas, os casais de Folgosinho e as Penhas - Douradas e da Saúde - atestam uma presença humana constante; tudo o mais é periférico. À medida que se ganha altitude, as culturas mais cuidadas cedem o lugar a um ou outro campo de centeio e às pastagens. Lobos, rebanhos e pastores tal como o surto da indústria têxtil em torno da serra são já história passada.


 
 

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